11 de abr. de 2017

Quase Sem Comer


Quase Sem Comer
(clone de "Quase sem querer")

Tenho andado desfalecido, Impaciente e irritadiço,
E ainda estou obtuso.
Só que agora é diferente:
Estou tão faminto
E tão doente.

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era filar uma gororoba
Que eu não precisasse
Pagar nada pra ninguém.

Um bife em mil pedaços
Pra você jantar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Com um estomago falido
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo, que já comeu
É sempre a pior mentira.

Mas não sou mais
Tão criança a ponto de comer de Tudo.

Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguem vê
E eu sei que você sabe.
Quase sem querer
Que eu quero mesmo é comê.

Então cachorro quente é tão bonito:
O crepe no palito é realmente 
Um dos lanches mais lindos.Sei que às vezes uso 
Misturas repetidas 

Mas quais são as ervilhas
Que nunca são comidas?

Me disseram que você estava jantando
E foi então que percebi
Como eu quero tanto.

Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguem vê
E eu sei que você sabe.
Quase sem querer
Que eu quero mesmo é comê..

Composição: (Renato Russo)
Decomposição: (Márcio Eiras)

4 de mar. de 2017

Suporte ao cliente de e-mail da OABSP


Uma regra básica para um bom atendimento é capacitar seus colaboradores e orientá-los para que ouçam atentamente ou leiam atentamente as informações que os clientes passam e suas necessidades.

Este caso do Suporte de e-mail da OABSP não é o único. Vejo esse problema da falta de atenção ao que o cliente diz, em inúmeras empresas. Seja nas companhias telefônicas que insistem em seguir o script de soluções, inteirinho, mesmo quando o cliente já informa que o seguiu e já identificou o problema e quer a solução específica e o atendente o ignora, Seja na agência bancária, que o atendente, manda o cliente ficar na fila sem sequer saber qual é a necessidade do cliente. O problema é o mesmo: A total inversão de valores. Onde o cliente deixa de ser a pessoa mais importante na relação.
Acompanhe o hilário caso abaixo:

Necessidade do cliente:
Configurar os aplicativos de leitura de e-mail, no smartphone, no tablet e o aplicativo de leitura no computador windows para funcionarem no modo IMAP ou seja, com sincronismo entre a caixa postal e os aplicativos, de modo a permitir ter o acesso sincronizado dos e-mails, em todos os aplicativos configurados.

Situação atual: 
O e-mail disponibilizado pela OABSP, está configurado no modo POP3, ou seja, quando um aplicativo de e-mail é aberto em um equipamento ele puxa o e-mail da caixa postal, deixando-a vazia, o que impede o sincronismo com outro equipamento.

Primeiro contato: 
Em 26/02/2017 enviei um "sútil" e-mail (talvez esteja ai o meu erro), parabenizando-os pelo serviço de e-mail e "aproveitando" e perguntando se tinham previsão de implantação do modo IMAP na caixa postal.

Assunto: Acesso via IMAP

Prezados,
Parabenizo todos pelo importante e eficiente serviço de disponibilização de e-mails para todos os advogados da OAB/SP.
Aproveito para perguntar se existe alguma previsão de disponibilizar o acesso aos e-mails, via IMAP, para que possamos ter acesso aos e-mails, mesmo quando estamos fora do escritório, em nossos smartphones e tablets?


--
Cordialmente,

Márcio Eiras

Primeira resposta: 
Em 02/03/2017, um gentil funcionário, assinando somente por "Helpdesk", respondeu, com a orientação de como chegar ao DÚVIDAS FREQUENTES.
Prezado, bom dia.

Acesse www.oabsp.org.br > E-MAIL OAB-SP>DÚVIDAS FREQUENTES CLIQUE AQUI.

Nesta pagina contém todas as informações necessárias para configuração .

Helpdesk


Segundo contato:
Eu e minha sutileza!! Devia ter respondido de forma seca algo como: Jorra! Ali no "Dúvidas Frequentes" não tem a solução para o IMAP que ainda nem foi implantado nos servidores de e-mail de vocês! (assim sem respirar na frase toda! Hahahah)
Ao invés disso, fui elegante e educado, dizendo:

Bom dia, Sr. Helpdesk!
Não achei no "Dúvidas frequentes" como configurar o acesso via IMAP, somente via POP.

Cordialmente,

Márcio Eiras
Obs.: Note que eu disse "Não achei NO "Dúvidas frequentes" a solução e não que "Não achei O "Dúvidas frequentes", mas o atendente "está nem ai para o que o cliente escreve".


Segunda resposta:
Em 03/03/2017 (parabéns pelo pronto atendimento), alguém resolveu "Desenhar" a resposta para que o cliente (eu) entendesse a explicação de como chegar ao "DUVIDAS FREQUENTES". (O que não é a solução da questão.)


Pelo menos agora ele assinou "Atenciosamente Helpdesk"
Hahahahah!


Agora estou aqui, escrevendo este post, contando até 10(mil) para saber como desenhar a resposta ao e-mail desenhado do Sr. Helpdesk.
Notem que com um pouco de atenção ao que o cliente deseja, o atendente poderá dar a resposta adequada que no caso poderia até ser: Não temos previsão para implantação do modo IMAP em nossos servidores.
O que o atendente, seja de qual firma for é pré julgar o cliente, considerando que o cliente é um ASNO e ele o Atendente é o SENHOR DA VERDADE, ainda mais, neste caso em que o atendente, nitidamente sequer sabe a diferença entre um servidor IMAP e Servidor POP3.

Você que é coordenador, gestor, orientador de equipe, lembre-se de orientar seus colaboradores para prestarem atenção nas palavras do cliente e de lá, extrair o que o cliente deseja, para saber qual a resposta adequada.


Nota:
Uma conta POP3 é uma conta configurada para baixar os emails para o seu computador. Na maioria das vezes, os emails são deletados do servidor e ficam apenas no seu PC. Uma conta IMAP é uma conta configurada para ler os emails no servidor mesmo, sem necessariamente baixá-los para seu PC. Permitindo a releitura em vários equipamentos.

14 de fev. de 2017

Você não se preocupa com quem mora nas ruas?



Vou repetir a pergunta título:

Você não se preocupa com quem mora nas ruas?
Saiba que eles se preocupam com você!

Sim, não é a primeira, nem será a última vez que vejo as pessoas que estão em situação de dormirem nas ruas, se preocupando com a segurança das pessoas que vivem debaixo de um teto.

Recentemente vi uma cena muito interessante.
Todos sabemos que a maioria das cidades brasileiras, enfrenta, no momento, um grave problema com ruas esburacadas, certo?
Em Araraquara a situação não é diferente. Em muitas ruas, já temos mais buracos do que asfalto nas vias.
A questão, é grave, não só pelo custo financeiro que pode acarretar para os motoristas, com manutenção e reparos dos veículos, causados pelos buracos, mas, principalmente, pelo risco a vida das pessoas, motoristas, motociclistas e pedestres.

E não é que três moradores em situação de rua, que estavam ali na antiga Cooperativa da Nestlê, prontos para dormir, notaram que o buraco enorme na rua poderia causar algum acidente e trataram de recolher, garrafas plásticas, sacolas velhas e galhos de arvores e colocar tudo no buraco de modo a ser um sinalizador para alertas os motoristas?

A atitude deles não só evitou acidentes naquela noite, como também serviu para chamar a atenção da equipe de manutenção das vias da cidade e de todos os buracos abertos nas ruas do bairro, foi este que eles sinalizaram que primeiro foi coberto!

Voltei na noite seguinte para cumprimentá-los, porém, eles já não estavam mais dormindo naquele local.

Fica aqui meu agradecimento a todas aquelas pessoas que cuidam da gente, sem percebermos!

8 de jan. de 2017

Intolerância a lactose

Intolerância a lactose



Assim definem os sites e blogs que abordam o tema:
"A intolerância à lactose é a doença bem comum, provocada pela incapacidade de digerir lactose, um açúcar encontrado no leite e nos laticínios. A falta da lactase, enzima que digere a lactose, leva ao aparecimento de sintomas gastrointestinais sempre que um produto à base de leite é consumido.
A intolerância à lactose não costuma ser uma doença grave, mas os seus sintomas podem ser bastante incômodos.

Por outro lado, observando as estatísticas, chego a uma outra conclusão:
70% entre os ocidentais (inclusive brasileiros) e 99% entre os orientais (japoneses, por exemplo) são intolerantes a lactose.
Biologicamente, desenvolvemos a enzima lactase somente na fase de amamentação como uma forma de quebrar a lactose presente no leite materno.
Entretanto, por séculos, adquirimos o hábito de ingerirmos leite, mesmo depois de adultos.
Hoje, acrescentamos leite em quase todos os pratos, sendo que 83% dos alimentos ultra processados (pronto para consumo) possuem lactose em sua composição.

Com este hábito alimentar, forçamos nosso organismo a produzir excessivamente a lactase. Bom para quem consegue produzi-la, nessa "forçada da barra". Ruim para os bebês que não conseguem produzir lactase, péssimo para o adulto que nunca produziu a lactase ou que depois de alguns anos passou a não produzir mais a lactase.

E porque até bem pouco tempo atrás nada era ventilado sobre essa tal "doença"?
Simples!
Todo uma cadeia de negócios esta embasada na alimentação a base de leite.
Gigantescas industrias do setor alimentício, como por exemplo a Nestlê e muitas outras e, ainda, a industria farmacêutica, perderiam muito com uma mudança de comportamento alimentar tão drástica, como seria o abandono do uso do leite na dieta alimentar.
Remédios e mais remédios são vendidos para tratar desconforto, flatulências, diarreias e até a industria de papel higiênico se beneficia do nosso habito alimentar de consumir leite.

Eu, particularmente, só fui conhecer esta questão da lactase x lactose, depois de adulto já aos 40 anos.
Até então, nunca tinha sofrido qualquer transtorno com o consumo de leite.
Também não entendia, o motivo de minha filha mais velha, no final dos anos 80, ter cólicas terríveis que a faziam berrar e nada, nenhum remédio resolvia ou diminuía seu sofrimento.
Médicos chegaram a "absurda ideia" de abri-lá ao meio, para apalpar órgãos, uma vez que, nenhum exame indicasse "doenças" conhecidas.

Depois dos 40 anos é que comecei a ter algum desconforto, porém, como não havia literatura a respeito dos efeitos da lactose não digerida, eu não achava a causa do desconforto.
As primeira limitações foram a redução do tempo que eu podia permanecer em um shopping, praticando o footing.
Não conseguia associar o desconforto, as dores e a incontinência ao fato de ter comido uma massa no almoço ou um doce no café, que continham leite.

Descobri, portanto, antes do nome da minha limitação "intolerância a lactose" os intolerantes aos intolerantes a lactose.
Primeiro foram as brigs com a esposa na época que não entendia minha necessidade de ir embora, mais cedo do shopping.
Claro que eu, por ser extremamente reservado, não me sentia confortável de ir para o W.C. público e ficar lá sentado umas 4 horas, até o corpo se normalizar.
Então era fundamental que eu pudesse retornar para casa.

O tempo foi passando... eu ainda não tinha tomado consciência da limitação que estava se agravando.
Achei, primeiro que era uma fatalidade. Um acidente. Um prato mau preparado.
Comecei a evitar pratos diferentes e alimentos manipulados por pessoas desconhecidas.
Neste momento da minha vida, me tornei o Sr. Chato e insociável aos olhos dos outros.

A coisa ficou pior quando após eu almoçar no refeitório da empresa onde trabalhava e me empanturrar de frango com creme de milho (um dos pratos recorrentes de lá), passava a sentir desconforto tão grande e dores tão fortes que eu não conseguia trabalhar direito.
Para pior a situação, o W.C. da empresa era próximo demais das salas de trabalho que tinham somente divisórias e seria notado por todos, quando estivesse lá dentro sofrendo.
Então, eu constrangido, comecei a sair depois do almoço para visitas e corria até minha casa para me aliviar, sofrer um pouco e esperar a normalização, quando então voltava ao trabalho...
resultado óbvio: Ganhei a demissão por "não vestir a camisa", "não ser fiel" a "empresa e sair para fazer outras coisas". Achavam que era outro emprego.



Minha autonomia ficou tão limitada, pois, a esta época, qualquer coisa que eu comesse ou tomasse, me deixava ruim. que tive a "genial" ideia de desenvolver um trabalho "home office" que me permitisse trabalhar, entre as crises de cólicas e as idas ao sanitário.

Comecei as pesquisas sobre os sintomas, sobre as situação e comecei a isolar os componentes dos alimentos.
Um a um!
Longa e extenuante fase de tentativa e erros.
Como eu poderia saber que o componente principal da nossa dieta era a causa?
Então, obviamente o leite, ficou para o final da fila de itens as serem excluídos.

Longa e minuciosa observação e experimentação e, um belo dia, o leite foi isolado, e tudo voltou ao normal!

Passei então a pesquisar possíveis doenças relacionadas ao consumo de leite.
Descobri, então, um ou dois blogs de pessoas que falavam da intolerância a lactose.
Colecionei informações sobre a Lactase, seu processo clássico de extração dos filhotes de mamíferos, para comercialização. Do alto custo deste medicamento e até fontes alternativas de lactase.
Um dia, tropecei na patente da pesquisa que produzia lactase a partir do próprio leite.




Acompanhei o lançamento no Brasil deste leite, que passou a ser chamado de "Zero Lactose".
Fiz novas experimentações com esses leites e cheguei a uma importante conclusão.
Como, na verdade, nestes leites eles estão carregados de "lactase" como processo de quebra da lactose, pelo menos no meu caso, que tenho uma intolerância moderada, adotar o consumo de um copo de leite "zero lactose" junto com cada alimento que contem leite, é suficiente para que a lactase contida no leite especial, quebre a lactose do outro alimento.

A lactase em sachê ainda era rara de achar e somente importada.

Encontrada a solução, faltava resolver o problema de transporte de dose desse leite que ainda era raro de achar nos supermercado e custava caro.
Comprei, então, um cantil de wisk de aço inox, cada vez que ia a um jantar na casa de um amigo, um restaurante, um passeio, levava um pouco de leite no cantil.
Hahah! Passei, então, a ser considerado um alcoólatra, por quem me via bebendo ou carregando o cantil na bolsa.



Hoje, tenho uma vida relativamente normal, com boa autonomia, uma vez que, sei que devo me afastar do leite, seus derivados e dos alimentos que possuem leite em sua composição.
Não é fácil, apesar de parecer, pois, o leite está em cada alimento menos esperado. Até na barra de proteína utilizada em competições de longa distância é uma barra de "leite".
Além disso as pessoas que vendem os alimentos, que trabalham no atendimento, não possuem conhecimento sobre a questão (semelhante acontece com quem é vegetariano), quando pergunto se tem um alimento sem leite, as pessoas,me oferecem produtos com queijo, produtos com requeijão e etc. etc, etc.
Raros são os lugares que os ingredientes estão devidamente divulgados, nos cardápios.

Uso também os sachês de lactase em pó, que servem para ter uma alimentação normal. Que custam uma média de R$ 1,30, cada sachê. A dose "infantil" no meu caso é suficiente para digerir alguns pedaços de pizza, por exemplo.



Três dias atrás, tomei um copo de leite Zero lactase, junto com massar e doces e não resolveu.
Foi então que li o rótulo e percebi que agora temos dois tipos de leites "Zero Lactose" no mercado.
Os que possuem lactase produzida a partir do leite comum e portanto é um dos componentes especificados no rotulo e os que possuem Galactose em sua composição.
Este último tipo, embora sirva para ser ingerido no lugar do leite comum, não trás "carga extra de lactase" portanto não servem para digerir a lactose contida nos outros alimentos.

Leite com Galactose


Então, se você tiver intolerância a lactose (não alergia), poderá usar os leites "zero lactose" em cuja composição esteja indicada a presença de lactase, como auxiliar na digestão dos outros alimentos e bebidas que contenham lactose.


Quanto a tal doença?
Pare de pensar que é o doente!
Como nós os tachados "intolerantes a lactose" podemos ser os doentes, se apenas 30% dos ocidentais e 1% dos orientais não apresentam dificuldade de digerir a lactose?
Somos os normais, vivendo em uma civilização que está mais interessada em criar demandas por produtos que podem facilmente comercializar, do que no bem estar das pessoas.
Fico imaginando quantas pessoas, cresceram achando normal tomar leite no café da manhã e passar horas lendo jornal no banheiro, até a dor passar ou, ter que correr para o banheiro depois de um almoço de negócios.

7 de jan. de 2017

Montando o presépio


Desde pequeno, tenho por hábito montar o presépio.
Enquanto outras pessoas, se preocupavam em comprar mudas de pinheiro, para ornamentá-las com algodão e bolas de vidro, bem delicadas e brilhantes, ou correndo atrás de comprar presentes e fazer ceias com castanhas eu, me preocupava em recriar o cenário do nascimento de Jesus.
Cada ano, inovava, um ano construindo uma gruta de papel machê, no outro, um celeiro de palitos de sorvete. Até encomendei uma vez, pelos correios um kit de mini tijolos, que não chegou a tempo e acabei usando só no ano seguinte.
Alguns anos, tinha rio com água corrente, alimentado ou por mangueira (meu maior erro) ou por bombas dágua de aquário, com cascatas que caiam da mesa, para o balde no chão. Espelhos como lago. Café como estrada, serragem tingida de verde como grama. Areia por toda cena. Já usei de tudo. Até retalhos de garrafa PET verde para as gramas. Areias coloridas e tudo mais que se possa imaginar.
Em um certo ano, até inclui um avião sobrevoando a cena, e um trem passando ao lado, como forma de dizer que o nascimento do menino Jesus, é um fato presente em nossas vidas.
As peças o presépio são os únicos componentes que nunca mudaram.
Ganhei a coleção de personagens, ainda criança. Perteceram a um tio, depois a uma tia em suas infâncias.
Fiz várias restaurações nas peças, seja por perderem um pouco da cor ao longo dos anos, seja por quebrarem em acidentes (como no ano que usei mangueira de água para alimentar o rio e alguém achou a outra ponta e resolveu abrir, mais, o registro. Provocando uma torrente de areia e peças, por todo o quarto.
Nada me impediu de manter o presépio montado. Nem acidentes ou falta de espaço. Montava onde fosse possível. Até mesmo dentro do barzinho (depois de retirar as bebidas) que ficava no meio do meu sofá, quando as minhas filhas eram pequenas.
Depois dei de presente para minhas filhas, para que continuassem a tradição.
Elas montaram alguns anos até que uma determinada pessoa (que pensa que não sei quem é) quebrou o pescoço e braços dos personagens, como forma de intimidação (sim, o lado do mal, não gosta nada nada de presépios).
Adiantou nada!
Minuciosa restauração e, este ano, estava lá montado na casa da minha filha mais velha.
Lembrando a todos, que lá estiveram estes dias, qual o verdadeiro sentido do Natal.
Que Jesus nasceu para nos salvar!

A foto acima é deste ano.
Abaixo, estão fotos de outros anos e de algumas restaurações.










Natal de 2011