12 de out de 2011

Kipling


Existem empresas que defendem a obsolêscencia programada, como também existem as empresas que devendem que seus produtos devem durar para sempre.

Nenhuma das duas correntes de pensamento está errada, basta que adotem políticas de preços compatíveis com tempo de vida/qualidade do produto e no caso de optarem pela obsolêscencia programada, não exagerarem na redução do tempo de vida dos seus produtos.


Acompanhe o caso das bolsas Kipling:
Embora lancem periódicamente novas cores, texturas e modelos, e retirem das lojas os produtos das linhas anteriores, um produto de linhas anteriores continuam perfeitamente utilizáveis por anos.
Não há, até o momento, nenhuma alquimia aplicada aos seus produtos, para que, depois de determinado tempo de uso, os materiais utilizados na fabricação passem a se deteriorar ou sofrerem mudificações de testura e cor.
É comum ver em outras marcas de bolsas, produtos que depois de certo tempo, começam a ficar quebradiços, esfarelados, grudentos, deformados ou manchados.
Não é o caso dos produtos da Kipling.
Como resultado desta política, ao contrário da corrente de pensamento que alega que produtos duráveis, reduzem as vendas, afirmo que as vendas aumentam.
Não só pela fidelização dos clientes, como pelo efeito "boca a boca"  que é forma mais eficáz de publicidade. Tanto é verdade que o que se busca com as publicidades nas redes sociais nada mais é do que fazer com que um cliente manifeste sua satisfação com um produto ou marca, para que outras pessoas possam ser influênciadas por essa manifestação.

No caso que usaremos como exemplo, após a aquisição do primeiro produto da marca Kipling e com a satisfação com o uso deste produto, criou não só a fidelidade deste consumidor para com a marca, como também vem sendo ao longo dos anos, uma forte influência entre seus amigos e familiares.
E não é uma manifestação apenas por interesses de "ganhar" brinde por cada comentário positivo sobre a marca, como acontece nas pseudo campanhas nas redes sociais.
É uma manifestação espontânea, não só no ato de comentar sobre a marca, mas, principalmente na continuidade do consumo de novos produtos da mesma marca.

Quer saber qual o resultado?
São 21 produtos adquiridos desde 1997, quando a marca iniciou oficialmente as operações no Brasil.

Confira as fotos:



Além da qualidade das bolsas, esses macacos, são um charme à parte!




Para saber mais:
História da marca Kipling: Matéria no blog Mundo das marcas
Site oficial da marca no Brasil: Kliping Fan Page
Kipling no: Facebook no Twitter



Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido.[1] A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização". Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos.
A obsolescência programada foi criada, na década de 1920, pelo então presidente da General Motors Alfred Sloan. Ele buscou atrair os consumidores a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios. Bill Gates, fundador da Microsoft, também adotou esta estratégia de negócio nas atualizações do Windows

Fonte: Wikipédia